Atenção agricultores: MT terá o pior clima em 3 anos
Até meados de setembro o estado sofrerá com as altas temperaturas. É o que diz as informações do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), que indica uma umidade relativa do ar na casa dos 12% mais acentuada que nos anos anteriores, sendo Cuiabá, Rondonópolis e Barra do Garças, as maiores representantes dessa sequidão pelo estado.
Ruim para a população do estado, que terá que ingerir mais líquido e fazer uso constante da hidratação (na pele), pior mesmo para a economia, que baseada na agricultura fica penalizada com a quebra da produtividade.
Para os problemas no organismo a saída é evitar o excesso de exposição ao sol e é beber bastante água. Mas já para os problemas limitados ao campo a saída é rezar.
Uma das explicações para a situação que está por vir, se dá pelo aquecimento das águas do litoral norte e nordeste brasileiros. Os meteorologistas do Sipam acreditam que as águas por lá estão mais quentes a massa de ar sobe, fazendo com que uma outra desça, justamente a que se concentra na região central do país. “A massa de ar mais baixa fortalece a manutenção do clima seco”, ressaltou o meteorologista. “A atmosfera é toda conectada. Qualquer fenômeno ocorrido em lugares distantes interfere na condição climática do planeta”, observou.
Ele mencionou que nos próximos três meses a média mínima do índice da umidade relativa do ar em Mato Grosso ficará menor que 30%. Abaixo desse patamar, a situação é classificada como nível de atenção. Entre 20% e 12%, o estado é de alerta, e em 12%, emergência.
No período de julho a setembro no Estado, a incidência de doenças respiratórias costuma aumentar significativamente, fazendo com que pacientes lotem policlínicas e pronto-socorro. Segundo Luiz, os baixos índices da umidade relativa do ar nos próximos três meses em Mato Grosso só não irão superar aqueles registrados nos anos de 2005 e 2006, considerados os mais críticos da primeira década do novo século. Na ocasião, o clima seco foi intensificado devido à seca ocorrida nos rios da Bacia Amazônica, explicou Luiz Alves.
Para este final de semana (até domingo), de acordo com o Sipam, a umidade relativa do ar ficará com uma média de 25%.
Até meados de setembro o clima no estado permanecerá mais seco e quente. Ruim para a pela, mas também para a agricultura
Até meados de setembro o estado sofrerá com as altas temperaturas. É o que diz as informações do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), que indica uma umidade relativa do ar na casa dos 12% mais acentuada que nos anos anteriores, sendo Cuiabá, Rondonópolis e Barra do Garças, as maiores representantes dessa sequidão pelo estado.
Ruim para a população do estado, que terá que ingerir mais líquido e fazer uso constante da hidratação (na pele), pior mesmo para a economia, que baseada na agricultura fica penalizada com a quebra da produtividade.
Para os problemas no organismo a saída é evitar o excesso de exposição ao sol e é beber bastante água. Mas já para os problemas limitados ao campo a saída é rezar.
Uma das explicações para a situação que está por vir, se dá pelo aquecimento das águas do litoral norte e nordeste brasileiros. Os meteorologistas do Sipam acreditam que as águas por lá estão mais quentes a massa de ar sobe, fazendo com que uma outra desça, justamente a que se concentra na região central do país. “A massa de ar mais baixa fortalece a manutenção do clima seco”, ressaltou o meteorologista. “A atmosfera é toda conectada. Qualquer fenômeno ocorrido em lugares distantes interfere na condição climática do planeta”, observou.
Ele mencionou que nos próximos três meses a média mínima do índice da umidade relativa do ar em Mato Grosso ficará menor que 30%. Abaixo desse patamar, a situação é classificada como nível de atenção. Entre 20% e 12%, o estado é de alerta, e em 12%, emergência.
No período de julho a setembro no Estado, a incidência de doenças respiratórias costuma aumentar significativamente, fazendo com que pacientes lotem policlínicas e pronto-socorro. Segundo Luiz, os baixos índices da umidade relativa do ar nos próximos três meses em Mato Grosso só não irão superar aqueles registrados nos anos de 2005 e 2006, considerados os mais críticos da primeira década do novo século. Na ocasião, o clima seco foi intensificado devido à seca ocorrida nos rios da Bacia Amazônica, explicou Luiz Alves.
Para este final de semana (até domingo), de acordo com o Sipam, a umidade relativa do ar ficará com uma média de 25%.